30 dias sem carne

Parece que foi ontem que decidi começar esse blog, mas já se passaram 30 dias sem carne e eu tenho a sensação de que essa é uma decisão pra vida toda.

30 dias

Para ser bem sincera, não tenho sentido a menor falta de qualquer carne, a única coisa que ainda acho um pouco difícil de lidar são com as saídas, principalmente aquelas do tipo almoço ou janta na casa de alguém. Vou explicar, nessas ocasiões eu continuo super tranquila sem comer carne, o que me incomoda é quando alguém fica insistindo pra que eu coma alguma coisa que não quero ou se percebo que a pessoa tá mega preocupada em fazer coisas que eu possa comer. Mas já achei um jeitinho bem bacana de contornar essas situações, e dependendo do grau de intimidade com a pessoa já me ofereço pra levar alguma coisa e preparo um prato vegetariano que todos possam experimentar. Funciona.

Aliás, deixa eu falar uma outra coisinha sobre “as pessoas”, de tanto ler o depoimento de vegetarianos e veganos nas redes sociais, eu achava que iria enfrentar umas discussões pesadas sobre a minha alimentação, mas me surpreendi positivamente. Minha sogra, assim que soube, me deu um livro cheio de receitas vegetarianas. Minha tia me mandou link de um vídeo bastante interessante sobre consumo de carne. Algumas amigas vieram cheias de curiosidade querendo saber mais do assunto. E tudo parece caminhar tranquilo.

Para garantir que essa caminhada seja saudável, eu fiz algumas consultas e exames. Já passei pelo endócrino, nutricionista e nessa semana vou também no cardiologista. Quem me conhece sabe que sempre travei uma batalha dura com a balança, mas mesmo oscilando alguns quilos, sempre mantive um peso que, para mim, era confortável. Só que isso mudou um tanto depois que eu parei de tomar anticoncepcional, engordei e não consegui emagrecer por nada no mundo. Por isso, a minha orientação nutricional, além de auxiliar nas substituições da carne, também é voltada para a perda de peso.

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Estou adorando testar novas receitas e conhecer alimentos que antes não chegavam na minha cozinha. Também encontrei uma rede enorme de pessoas que optaram por uma alimentação sem crueldade e comecei a me comunicar com elas através do instagram (@umanosemcarne). Esse contato é ótimo porque fortalece a minha decisão e me traz informações e dicas todos os dias. Para quem está começando a tirar a carne do cardápio, vale a pena seguir alguns destes perfis, tem muita inspiração para montar os pratos e criar boas receitas.

Por enquanto não senti nenhuma grande mudança física, mas a minha sensação, depois de terminar uma refeição cheia de alimentos vivos e coloridos, é fantástica. Sei que estou nutrindo meu corpo com aquilo que há de melhor na natureza, e fico imensamente feliz por não ser responsável pela matança de animais que acontece todos os dias, apenas para satisfazer um gosto.

30 dias sem carne pode parecer pouco tempo, mas é tempo suficiente para despertar nossa consciência e melhorar a nossa relação com o alimento.

Comece. Pelo planeta, pelos animais, pela sua saúde.

Bolo de mexerica

Pensa num bolo super aromático, fofinho e úmido. É esse aqui!

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E além de ser um bolo incrível pra acompanhar aquele café da manhã ou o chá da tarde, ele também é perfeito para os intolerantes: não tem glúten, nem ovos, nem leite. Um bolo de mexerica vegano, que você faz com a fruta da estação, e come pensando em quais eram os motivos pra usar tanto produto de origem animal nas receitas.

Eu ainda não descobri.

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Bolo de mexerica vegano sem glúten

ingredientes:

2 mexericas

2 xícaras de açúcar demerara

3 colheres (sopa) de farinha de linhaça dourada

1 xícara (chá) de azeite

meia xícara (chá) de água

1 xícara (chá) de farinha de arroz – e mais um pouco pra enfarinhar

meia xícara (chá) de polvilho doce

meia xícara (chá) de amido de milho

1 colher (sopa) de fermento em pó

1 pitada de sal

óleo para untar a fôrma

Faz assim:

Em um pote pequeno, coloque as 3 colheres de farinha de linhaça e junte mais 6 colheres (sopa) de água. Misture e deixe descansar uns 10 minutos. Pre-aqueça o forno a 180 graus. Unte uma forma redonda, dessas de pudim, com óleo e depois enfarinhe com um pouco de farinha de arroz. Lave bem as mexericas e corte-as ao meio para retirar as sementes – você vai usá-las com a casca. No liquidificador coloque as mexericas, o azeite, a mistura de linhaça e água e mais meia xícara de água. Bata até que tudo fique bem misturado. Em uma vasilha coloque a farinha de arroz, o polvilho doce, o amido, fermento e o açúcar. Misture os secos e em seguida despeje o líquido do liquidificador. Mexa com uma espátula ou colher de pau até obter uma massa homogênea. Coloque a massa na fôrma preparada e leve pra assar por aproximadamente 30 minutos. A casa fica com um perfume incrível quando o bolo está pronto. Para verificar se está assado, espete um palito e veja se ele sai seco. Então é hora de tirar do forno.

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Prepare um café ou chá de sua preferência e aproveite o dia.

Pastel de forno vegano

Sem carne, sem glúten, sem leite e sem ovos. Dá pra acreditar que mesmo assim esse pastel de forno é sucesso absoluto? Eu só acreditei depois de provar, e acho que você deveria colocar a mão na massa e fazer essa delícia de salgado sem medo de ser feliz. 005Quando a gente começa a mudar a alimentação e a questionar certos padrões acaba meio que chocado com a quantidade de regras que podem ser quebradas. Aqui em casa essa constatação começou quando tivemos que deixar o glúten de lado – por causa da intolerância do meu marido – e procurar alternativas para as receitas com as quais já estávamos acostumados.

De início, a farinha de trigo foi substituída pela de arroz, e depois vieram outras tantas que eu nunca tinha usado: farinha de amêndoas, de amaranto, quinoa em flocos, farinha de linhaça, de amendoim… e continuamos descobrindo, a cada refeição, um jeito diferente de fazer bolos, pães e massas. E até pastel de forno, olha só que legal.

No começo era tudo sem glúten, depois sem lactose, e agora estou tentando usar o mínimo de ovo. Uma surpresa boa perceber que a comida pode existir de outras formas, e que a gente não precisa ficar preso pra sempre naquele primeiro modelo que nos foi apresentado. Acho que isso é evoluir. Na cozinha e na vida.

Mas vamos à receita que já deve estar todo mundo com fome né?004Pastel de forno vegano sem glúten

Massa em 3 etapas

Parte 1: Em uma tigela misture

1 xícara e meia de polvilho doce

1 xícara de farinha de arroz integral

1 colher (sopa) de açúcar demerara

1 sachê de fermento biológico seco

2 colheres (café) de goma xantana

reserve.

Parte 2: Em uma panela média coloque

300ml de água

6 colheres (sopa) de polvilho doce

Leve ao fogo baixo e mexa sempre com uma espátula de silicone, ou colher de pau, até que comece a ferver, engrossar, e forme uma goma pesada e transparente. Desligue o fogo e reserve.

Parte 3: Prepare 2 ovos vegetais usando 2 colheres (sopa) de farinha de linhaça dourada e 4 colheres (sopa) de água. Mexa bem e deixe descansar por 10 minutos.

Faça um buraco no meio da mistura de farinhas e acrescente

1 colher (chá) de sal

4 colheres (sopa) de azeite

2 ovos vegetais

Misture com um garfo e em seguida coloque a goma reservada, ainda morna. Vá misturando com as mãos, fazendo movimento de sovar, até que toda a farinha esteja encorporada à goma. Vai se transformar em uma massa lisa, parecida com a de pão, que não gruda nas mãos. Coloque a massa em uma tigela, cubra com um pano e prepare o recheio de sua preferência.

Para o recheio eu usei proteína de soja texturizada. Deixei hidratando 2 xícaras (chá) de proteína de soja, conforme as instruções da embalagem, depois escorri bem a água. Numa panela coloquei um fio de azeite e refoguei 1 cebola picadinha e 3 dentes de alho picados. Em seguida coloquei a carne de soja e deixei refogar bem até que ficasse sequinha. Temperei com um pouco de shoyo, pimenta do reino moída e orégano. Acrescente dois tomates picados e um punhado de azeitonas fatiadas. Deixei refogar por uns minutos e depois reservei.

Montagem

Em uma superfície limpa, coloque um pouco de azeite e espalhe bem para untar. Pegue uma porção da massa (eu abri em duas vezes) e coloque mais um pouco de azeite por cima. Use um rolo de macarrão ou uma garrafa para abri-la. Vá movimentando o rolo de uma lado para o outro até que a massa esteja esticada e fina. Com um cortador, um objeto de boca redonda ou até mesmo com a faca, corte círculos do tamanho da sua mão. Pegue cada um deles, coloque o recheio no meio, e feche apertando bem as pontas para não soltar na hora de assar. Faça isso até terminar toda a massa. Eu modelei algumas no formato triangular, tipo esfiha, e outras como pasteis, achei que na forma de pastelzinho fica mais fácil fechar, dá pra apertar as pontas com um garfo pra grudar bem. Disponha em uma assadeira untada e leve ao forno pre-aquecido até que estejam douradas – cerca de 30 minutos.

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Rende umas 25 unidades, depois de assado você pode congelar em saquinhos e reaquecer no forno quando for consumir.

3 filmes para repensar o consumo de carne

Eu comecei a me incomodar – de verdade – com o consumo de carne depois de assistir ao documentário Cowspiracy.

Foi um caminho sem volta, assim que o filme acabou me pareceu impossível continuar colaborando com uma indústria que destrói o meio ambiente de forma tão irresponsável. E esse foi só o começo.

A partir daí continuei buscando informações, e passei a conhecer outros fatores que reforçaram minha minha decisão. Descobri que não era só o planeta que estava perdendo, minha saúde também poderia ser melhor sem tantos produtos de origem animal, e isso ficou ainda mais claro depois que assisti um segundo documentário, chamado Food Matters.

Esse filme é extremamente perturbador, traz a opinião de vários médicos e cientistas acerca da nossa alimentação e questiona bravamente a indústria farmacêutica. Acho que aqui conseguimos resgatar a ideia – tão óbvia – de que a saúde está completamente ligada aos alimentos que consumimos no nosso dia a dia.

Assim como Food Matters, Forks over knives fala muito do nosso consumo incontrolável de alimentos altamente processados e derivados de animais. É impressionante ver a trajetória de médicos que foram, ao longo dos anos, descobrindo os impactos da comida no tratamento de doenças graves, como o câncer, e mudaram completamente a sua forma de tratar pacientes. Um documentário cheio de entrevistas e dados baseados em pesquisas.

Se você está procurando mais informações que o ajudem a rever o consumo de carne, recomendo assistir a esses 3 filmes super esclarecedores. Eles estão disponíveis no Netflix e você também pode ver alguns trechos no Youtube. Se mesmo depois dessa maratona você ainda achar que não precisa mudar nada no seu prato, eu desisto.

Mentira, não desisto não. Ainda tem muito mais pra gente conversar 😉

Comece com a segunda sem carne

Você já deve ter ouvido falar da “Segunda sem carne“, uma campanha que já existe em mais de 35 países e que chegou ao Brasil em 2009, primeiramente em São Paulo e logo se estendeu a várias cidades do nosso país. 018O objetivo desse movimento é conscientizar as pessoas sobre os impactos causados pelo consumo de alimentos de origem animal na alimentação. Atualmente, são mortos cerca de 70 bilhões de animais terrestres no mundo, todos os anos, só pra satisfazer a nossa vontade de carne. Isso sem falar nos animais aquáticos, que são praticamente incontáveis.

E é claro que, para criar todos esses animais, é preciso um espaço gigantesco – só pra se ter uma ideia, a pecuária é a responsável pela maior parte do desmatamento da Amazônia – muita água, comida e recursos energéticos, o que faz do setor de produção animal um dos maiores responsáveis pelos graves problemas ambientais, em escala local e global, de acordo com a ONU. 002A verdade é que antes da carne chegar às prateleiras do supermercado, na forma limpa e embalada com a qual estamos acostumados, rola muita sujeira: uma enorme quantidade de excremento é produzida todos os dias e acaba contaminando mananciais, causando erosão e contribuindo para a poluição atmosférica.

Existem muitos outros bons motivos para se repensar o consumo de carne, cerca de 51% do trabalho escravo no Brasil está ligado à pecuária – sim, ainda temos trabalho escravo! Além disso, se formos pensar em termos de saúde, uma dieta sem carne diminui os níveis de colesterol e reduz as mortes por doenças cardiovasculares em até 57%. Para quem quiser mais informações, recomendo o site Segunda sem carne, bastam alguns minutos de navegação pra encontrar um monte de incentivo e mudar a composição do seu prato hoje mesmo.

Eu sei que para algumas pessoas viver sem picanha parece algo impensável. Mas tente pensar micro. Comece diminuindo, observando, substituindo algumas coisas. Eu passei quase um ano olhando com atenção para o meu prato até perceber que não precisava de tanto. E você, com toda a certeza, também não precisa.030Faça um exercício: anote quantas porções de carne você come por dia. E antes de dizer que já come pouco, não se esqueça: presunto, atum enlatado, salsicha, peixe, camarão… tudo isso também é carne. Eu sei que parece ridículo, mas já vi gente dizendo de boca cheia que só come um bifinho no almoço, sem se dar conta de que o macarrão com calabresa também tem carne, assim como a couve com bacon, a tapioca com peito de peru e a coxinha de frango. Sem falar nos derivados…. Minha nossa! Mas aí já estamos longe demais, e esse assunto fica pra outro post.

Por hoje, que tal dar o ponta pé inicial e aderir às Segundas sem carne? Você não tem nada a perder, e eu aposto que vai descobrir muitos novos sabores nos alimentos que andavam esquecidos. Prometo dar uma forcinha com receitas bem deliciosas.

Vem?

Hambúrguer de quinoa

Eu testei essa receita há um tempão, logo que comecei a diminuir o consumo de carne por aqui. De lá pra cá ela virou queridinha nos meus dias mais corridos, a quinoa é rápida de preparar e esse hambúrguer acompanhado de uma saladinha já são suficientes pra me deixar feliz. quinoa burguerMas é claro que o jeito mais gostoso de servir é no meio do pão, com aquelas delicias todas que a gente costuma acrescentar no sanduíche. Nos dias mais inspirados eu faço até uma batatatinha assada, é tipo combo completo de lanchonete fast food.

Eu tenho a impressão de que essas receitas vegetarianas que “imitam” certas carnes ajudam muito quem está começando a se manter firme no propósito. É claro que não adianta dar uma mordida num lanche desses esperando o mesmo sabor de um hambúrguer de fraldinha, mas se você estiver aberto a conhecer novos sabores e texturas, eu tenho certeza de que a experiência vai ser surpreendente.quinoa burguer 2Faz aí e depois me conta 😉

Ingredientes para 6 unidades pequenas (ou 3 do tamanho normal):

meia xícara (chá) de abobrinha italiana ralada no ralo fino – na hora de medir, aperte os legumes  na xícara pra não colocar a menos

meia xícara (chá) de cenoura ralada no ralo fino

meia cebola picada bem pequenininha

1 xícara de quinoa cozida conforme as instruções da embalagem – meça a quinoa depois que estiver cozida

1 batatinha média cozida e amassada com o garfo

sal e pimenta do reino a gosto

Um pouco de azeite para fritar

Faz assim:

Misture todos os ingredientes, amassando bem com a colher, até que se tornem uma massa. Com as mãos, aperte um pouco a mistura até que tudo fique bem homogêneo e fácil de modelar. Pegue a quantidade que desejar e aperte com a mão pra formar uma bola, coloque a bola na palma de uma das mãos e vá amassando pra ficar com formato de hambúrguer. Se você preferir também pode usar um aro pra formatar. Reserve em um prato untado com azeite e deixe na geladeira até a hora de fritar. quinoa burguer 3Coloque mais ou menos um dedo de azeite na frigideira, leve ao fogo alto e deixe esquentar. Disponha os hambúrgueres com cuidado pra não desmanchar. Espere dourar bem por baixo pra então virar do outro lado. Deixe mais alguns minutos e monte o sanduíche usando os ingredientes que você mais gosta. Bom apetite!

O primeiro fim de semana sem carne

Parei de comer carne – oficialmente – no dia dia 1 de Julho e no dia 2 já tive uma festa de família pra testar minha força e resistência. Vou falar a verdade, foi muito mais fácil do que pensava.

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Eu já havia cogitado a possibilidade de tirar os bichinhos do prato inúmeras vezes, e sempre tive mais medo do julgamento dos outros do que da minha própria atitude. Por isso, quando saí de casa pra ir à festa junina do meu tio, senti um frio na barriga.

Explico: Minha família é dessas que faz almoço de Domingo e serve 3 tipos de carne mais os acompanhamentos também com um pouco de carne, porque né, carne pouca é bobagem. E nesses meus 32 anos de vida já vi muito parente debochando de vegetarianos e até da prima que resolveu deixar a carne fora do prato. Aquele comportamento comum de quem ainda acredita que proteína animal é indispensável.

E sim, eu sou esse tipo de gente bobinha que se importa com a opinião alheia. Mas tô tentando mudar. Até porque nesse fim de semana eu percebi que sou uma tonta de achar que as pessoas estão preocupadas com o que estou comendo. Ninguém viu o que coloquei no prato, ninguém percebeu que recusei as linguicinhas de aperitivo e também não notaram que dispensei as coxinhas do aniversário infantil que rolou no dia seguinte.

Começo a pensar que essas discussões sobre comer ou não comer carne só surgem quando a gente toca no assunto, quando faz questão de explicar o porquê. E ninguém precisa evitar falar disso, na verdade é até importante que exista essa conversa. Mas se você, assim como eu, estiver preocupada em como vai ser a reação “dos outros” e quiser deixar esse papo pra uma outra hora, relaxa, vá lá, faça seu prato numa boa e se surpreenda com o nada que vai acontecer. Ninguém tá nem aí.

Bom, agora deixando “os outros” pra lá, eu achei a experiência tranquilíssima. Carne nunca foi a minha comida preferida da vida, e tirando o pastelzinho de vento que me pareceu super apetitoso por conta da massinha crocante, o resto nem fez diferença.

Na festa junina do Sábado comi pinhão, amendoim, bolo de fubá e paçoquinha. No almoço do Domingo fiz um prato cheio de salada colorida acompanhado de um pedaço de mandioca cozida que estava derretendo e um outro de inhame que quase nunca como e achei delicioso. Não passei fome, não morri de vontade de nada e fiquei super orgulhosa da minha primeira festa sem carne.

E se na rua aparece uma ou outra dificuldade, em casa tá super fácil. Pra mostrar pra vocês como a gente pode variar o cardápio e fazer pratos vegetarianos incríveis, essa semana vai entrar aqui no blog algumas receitinhas bem deliciosas. Me acompanha pra ver 🙂